Saiba como usar o seu celular antigo como babá eletrônica

Saiba como usar o seu celular antigo como babá eletrônica

Não é preciso gastar uma fortuna para acompanhar de longe se está tudo bem com o seu bebê no berço. Apesar de equipamentos dedicados de babá eletrônica com vídeo custarem acima de R$ 500, é possível reaproveitar aquele celular antigo que você não usa como uma câmera de segurança para a criança, como vamos ensinar aqui.

Já mostramos diversas utilidades para um celular velho que está largado em uma gaveta, e agora é a vez de transformar seu antigo smartphone em uma babá eletrônica — ou monitor de bebê — a ideia é muito parecida com a das câmeras de segurança, mas os apps dedicados para os nenês costumam incluir recursos adicionais.

Caso já tenha configurado do Alfred ou o WardenCam após a sugestão do meu colega Stefan linkada acima, vale a pena conferir se o app atende às suas necessidades, já que eles incluem recursos como comunicação por voz, detecção de movimento e múltiplas câmeras, caso contrário, nossa sugestão para ficar de olho no bebê é o aplicativo Cloud Baby Monitor.

Cloud Baby Monitor – Babá eletrônica para seu bebê

Enquanto muitos apps basicamente funcionam como o WardenCam ou o Alfred, com os recursos básicos de segurança para o lar, aplicativos dedicados de babá eletrônica costumam oferecer ferramentas adicionais, caso do Cloud Baby Monitor.

Além das opções de transmissão de vídeo, áudio bidirecional e detecção de movimento, o Cloud Baby Monitor oferece, por exemplo, um reprodutor de áudio, que pode ser usado para tocar músicas de ninar ou ruído branco.

Baixar o Cloud Baby Monitor para Android na Google Play Store

Baixar o Cloud Baby Monitor para iOS na Apple App Store

O aplicativo requer um pagamento único de R$ 18 ou 28 (Android e iOS, respectivamente), e depois dispensa assinatura. Uma limitação do Cloud Baby Monitor é que a licença do app está ligada à loja de aplicativos, impedindo o uso do aplicativo em um iPhone e um Android com um único pagamento. Além disso, o aplicativo exige a criação de uma conta, mas o processo de registro é rápido e só solicita uma senha e um e-mail (que não precisa ser confirmado).

A criação da conta permite o uso de múltiplos dispositivos do mesmo ecossistema (Android ou Apple), tanto para a câmera quanto para o monitor, o que pode ser útil para que mais de um responsável possa ficar de olho em várias crianças ao mesmo tempo.

Baby Monitor
App pode tocar músicas para ninar o bebê / © NextPit

O app oferece ainda controle de zoom, além de opções específicas para funcionamento noturno, tanto para reduzir o brilho da tela para não incomodar o bebê, quanto para ativar o flash do celular caso os responsáveis precisem verificar algo à distância.

A compra do aplicativo na Apple App Store permite o uso do Cloud Baby Monitor não apenas no iPhone e no iPad, como também no aparelho de streaming Apple TV e no Apple Watch.

Entre os pontos fracos do app estão a falta de um recurso de gravação, e a qualidade de vídeo inferior a outras opções no mercado, com macroblocos no aparelho de monitoramento durante o teste.

Caso a opção de gravação de vídeo seja importante, vale a pena considerar o WardenCam, sugerido no tutorial para usar o celular antigo como câmera de segurança, ou então testar algumas das alternativas dedicadas de babá eletrônica, que geralmente exigem o pagamento de uma licença ou assinatura para monitoramento ilimitado, caso dos apps:

Nancy Baby
Nancy Baby Monitor não oferece app para Apple Watch ou Apple TV, mas configuração inicial dispensa cadastro / © NextPit

Ambos oferecem um período de testes grátis, após o qual estão disponíveis diferentes tipos de assinatura, ou uma opção de pagamento único para uso ilimitado.

Dicas ao usar o celular como babá eletrônica

Além dos equipamentos listados no artigo sobre a câmera de segurança, uma preocupação bastante citada pelos leitores nas redes sociais é a preocupação com a bateria no aparelho no quarto do bebê. Se possível, remova o componente do celular para reduzir as chances de acidente, ou ative o modo que limita a recarga a uma porcentagem, por exemplo, de 80%.

Outra medida que pode diminuir o risco de acidentes é utilizar um carregador com uma potência baixa — como os adaptadores de 5 W da Apple —, que exigem menos do aparelho, além de reduzir as chances de superaquecimento durante o uso.

Para outras sugestões de como reaproveitar um celular sem uso confira nossos outros artigos:

E você? Recomenda algum outro aplicativo para usar o celular como babá eletrônica? Compartilhe sua sugestão com a comunidade NextPit no campo de comentários abaixo.

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