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Review do Xiaomi 11T Pro: espetacular no papel, mas...

Atualizado: review completo
Review do Xiaomi 11T Pro: espetacular no papel, mas...

108 megapixels, Snapdragon 888 e 120 watts de recarga rápida! O Xiaomi 11T Pro é outro poderoso competidor na batalha dos celulares topo de linha. Mas será que apenas as especificações são suficientes para vencer essa disputa? Neste teste para o NextPit, digo se o 11T Pro pode ter perdido sua personalidade junto com o sufixo "Mi".

Avaliação

Prós

  • 100% de bateria no máximo em 17 minutos
  • Tela linda
  • Muito desempenho a um preço competitivo (no exterior)
  • Recursos interessantes de vídeo

Contras

  • Qualidade geral da câmera abaixo da média
  • Armazenamento limitado para vídeo 8K
  • Snapdragon 888 com problemas de aquecimento
  • Realmente grande e pesado
  • Sem certificação IP

Xiaomi 11T Pro direto ao ponto

Quem imaginaria que um aparelho com especificações espetaculares pode parecer sem graça? Sim, a ficha técnica do 11T Pro é impressionante. Carregamento rápido com 120 watts, o processador Android mais potente do mercado, uma câmera com 108 megapixels — e até mesmo o motor de vibração é ótimo. Mas quando baixa a poeira dessa artilharia de recursos e dados, o que fica é um silêncio assustador.

Falta caráter ao Xiaomi 11T Pro. Muitas características do celular são muito boas, mas não impressionam o suficiente no uso diário. As imagens da câmera parecem fracas, o processador super-rápido superaquece em benchmarks, e em geral o aparelho é pesado demais. Você pode até chamá-lo de "monstro das especificações", mas até isso pode ser questionado, já que apenas o sistema de carregamento de 120 Watts se destaca da concorrência.

Design e tela: muitos superlativos, em todos os sentidos

O Xiaomi 11T Pro apresenta um display AMOLED de 6,67 polegadas com uma alta taxa de atualização de 120 hertz. Também tem uma taxa de amostragem de 480 hertz, uma alta resolução de 2400 x 1080 pixels, suporte para HDR10+ e uma pontuação máxima dos testadores de display na Displaymate. No entanto, o grande visor também permite dimensões de 164,1 x 76,9 x 8,8 milímetros e um peso de 204 gramas.


O que gostei:

  • Tela premium;
  • Alta taxa de atualização e de amostragem;
  • Protegido por Gorilla Glass Victus;
  • Motor de vibração preciso.

O que não gostei:

  • Bordas da tela espessas para 2021...
  • ... o que torna o celular muito grande;
  • Traseira de vidro se parece mais com plástico.

Em 2021, a Xiaomi colocou o foco de seus dispositivos da série T inteiramente no conceito "Cinemagic". Vamos falar dos recursos de vídeo mais à frente, mas a sensação "cinematográfica" já aparece na tela. O display AMOLED de 6,67 polegadas é realmente enorme para o consumo de conteúdos. Isto se deve em parte ao tamanho, mas acima de tudo à alta resolução e às altas taxas de atualização para exibição e amostragem.

NextPit Xiaomi 11T Pro front camera
O entalhe e as bordas ao redor do visor são relativamente espessos / © NextPit

O brilho máximo é de 1.000 nits, embora eu nem sempre tenha notado esta característica. Isto porque a Xiaomi parece escurecer a tela mesmo quando eu desativo o controle automático de brilho. No entanto, posso confirmar as impressões do site especializado Displaymate, que deu ao display a nota máxima de "A+".

Embora eu tenha ficado impressionado com a tela logo após o unboxing, infelizmente não gostei tanto do conceito geral do celular. Como disse  anteriormente, achei o aparelho muito grande e muito pesado. Sim, isso é subjetivo — mas objetivamente posso criticar as bordas grossas da tela e o design do smartphone. A parte traseira é feita de vidro, mas seu acabamento e estrutura fazem com que ele passe a sensação de ser de plástico. Fora isso, levar o Xiaomi 11T Pro no bolso lateral da calça pode chamar uma atenção indevida.

Xiaomi 11T Pro Hosentasche NextPit 2
Não é o que você está pensando! Juro que não estou filmando às escondidas! / © NextPit

A Xiaomi perdeu uma verdadeira oportunidade aqui, já que os alto-falantes estéreo e até mesmo o motor de vibração são de ótima qualidade. Mas considerando o lançamento quase simultâneo com a Apple, o 11T Pro não consegue competir com o novo iPhone 13 em termos de qualidade.

TL;DR | O foco em especificações chamativas proporciona altos e baixos na prática. A ótima tela permite que você mergulhe em novos mundos, enquanto as bordas grossas em volta dela e o acabamento o trazem de volta à Terra. Entretanto, os alto-falantes duplos e o motor de vibração marcam pontos importantes.

Desempenho e recursos: Snapdragon 888 indomável como sempre

Na ficha técnica premium do Xiaomi 11T Pro você encontrará, claro, o Snapdragon 888, o processador Android mais potente disponível na data de lançamento. No entanto, a Xiaomi dificilmente consegue domar o calor produzido pelo SoC. Como consolo, há até 12 gigabytes de RAM LPDDR5 e um máximo de 256 gigabytes de armazenamento UFS 3.1, 5G, Wi-Fi 6 e NFC.


O que gostei:

  • Desempenho suave do sistema, especialmente com taxa de atualização reduzida;
  • Padrões de memória de última geração;
  • O desempenho para dar e vender deve durar por alguns anos.

O que não gostei:

  • Snapdragon 888 mais uma vez superaquece;
  • Máximo 256 GB de espaço de armazenamento;
  • Sem slot microSD,

A Xiaomi posiciona o 11T Pro como um Android topo de linha e isso significa a volta de um velho conhecido destas páginas: o Qualcomm Snapdragon 888. O processador Android mais potente em 2021 garante um desempenho rápido do sistema e traz potência de sobra para jogar os últimos lançamentos em games nas configurações gráficas mais altas.

NextPit Xiaomi 11T Pro display
Com 120 hertz, a tela está mais do que preparada para games / © NextPit

Os tempos de carregamento são praticamente inexistentes na MIUI 12.5, especialmente se você acelerar as animações irritantes nas configurações do desenvolvedor. Graças a capacidade de memória RAM de até 12 GB, o uso simultâneo de vários apps em multitarefa também é fácil, e o celular mostra que tem gás de sobra para o que der e vier.

Para encontrar os limites do 11T Pro é preciso recorrer aos benchmarks. E é aí que encontramos um problema que afeta praticamente todos os flagships Android em 2021.

A Xiaomi está tão preocupada com possíveis danos de hardware devido ao superaquecimento e tem tanto medo do gargalo térmico que simplesmente aborta o teste de estresse no 3DMark. Mesmo na geladeira do NextPit, o celular mostra uma notificação de que algumas funções do sistema são desligadas devido ao risco de superaquecimento. Este é um problema que meu colega Antoine Engels apontou no teste do Xiaomi Mi 11.

Este problema raramente é relevante no dia a dia. Para mim, os cenários nos quais os celulares aquecem demais são basicamente gravações mais longas em resolução 4K, navegação GPS com gravação da tela simultânea e games móveis em dias com temperatura acima dos 25 graus. Ainda assim, o teste de benchmark mostra que o design do Xiaomi 11T Pro não dá conta de todo o desempenho do processador.

NextPit Xiaomi 11T Pro back
O vidro na traseira parece não dissipar o calor do processador de maneira suficiente / © NextPit

Outra contradição é que você pode equipar o Xiaomi 11T Pro com um máximo de 256 gigabytes de armazenamento interno. Como você não pode expandir isto com um cartão micro SD, todo o papo de "Cinemagic" se desfaz como uma nuvem de fumaça quando se trata de gravações de vídeo. Explico: as gravações de vídeo com até 8K devoram tantos gigabytes que você fica pensando se a ideia da Xiaomi é gravar com o aparelho apenas para comerciais de TV.

TL;DR |  O Xiaomi 11T prova ser um Android muito potente tanto no uso diário quanto em benchmarks. Infelizmente, problemas de superaquecimento surgem ao exigir processamento máximo constante, e para um smartphone com foco em vídeo, o 11T Pro tem um espaço de armazenamento surpreendentemente pequeno. A capacidade máxima é de 256 gigabytes e ponto final, já que a Xiaomi não incluiu um slot micro SD.

Câmera: mais pixels não resultam em fotos melhores

A câmera tripla com até 108 megapixels se destaca na traseira do Xiaomi 11T Pro. A câmera principal com lente grande angular é acompanhada por uma câmera ultra-angular de 8 megapixels e uma câmera "telemacro" com 4 megapixels. Para selfies, você tem uma câmera de 16 megapixels instalada em um recorte circular na tela.


O que gostei:

  • Modos de vídeo interessantes;
  • O modo Macro não serve apenas para figuração.

O que não gostei:

  • Qualidade geral de imagem é um tanto medíocre;
  • Sem lente teleobjetiva dedicada;
  • Fotos muitas vezes artificiais demais.

A centro das atenções no lançamento do Xiaomi 11T Pro foi o Cinemagic! E não foi meramente a união das palavras "cinema" e "magia", como também um contra-ataque à Apple, que destacou o modo cinema no evento do iPhone 13. Enquanto a Apple trouxe seu novo modo de vídeo e um codec de alta qualidade, a Xiaomi respondeu com vários filtros, o que discutirei mais adiante.

NextPit Xiaomi 11T Pro camera
A terceira câmera é uma macro + telefoto, raramente necessária no dia a dia / © NextPit

Porque, tirando estas características, a configuração de câmera do 11T Pro é bastante mediana. Há um sensor principal de 108 megapixels que oferece imagens com 12 megapixels graças à combinação de pixels, e uma câmera ultra-angular. A câmera apresentada como "telemacro" no fundo funciona mais como macro, pois não pode focalizar objetos distantes. Por isso, embora o celular capture macros na faixa de uma teleobjetiva, ele usa zoom digital para fazer ampliações em fotos tradicionais.

Pontos positivos

Opções criativas

Se você gosta de explorar novas perspectivas e temas com seu celular, a câmera do 11T Pro é ideal para você. A combinação do aplicativo de câmera completo, por um lado, e da eficiente câmera macro, por outro, torna a fotografia muito mais divertida.

A Xiaomi inclui muitos filtros em seu app de câmera e até oferece — como geralmente encontramos nos celulares das marcas chinesas — cirurgia estética grátis. Não entendeu? Veja com seus próprios olhos:

Xiaomi 11t Beaty Filters
😭😭😭😭😭😭😭😭😭 / © NextPit

Embora muita gente torça o nariz para o resultado, sei que muitas pessoas pessoas realmente gostam das opções oferecidas pelo aplicativo. Especialmente porque você pode tirar fotos excelentes com um pouco de cuidado.

Mas como falei anteriormente, o foco está nos vídeos. Por isso, vamos mudar de assunto para esquecer a imagem arrepiante acima.

Modos de vídeo interessantes

Os processadores dos celulares agora têm potência de sobra, e tenho a impressão de que as fabricantes encontraram nos recursos de vídeo uma nova maneira de se destacar da concorrência. O modo cinema da Apple é impressionante, e os modos de vídeo da Xiaomi são pelo menos divertidos. Abaixo, você encontrará alguns exemplos que tomei nas últimas semanas.

Pontos negativos

Qualidade de imagem nas fotos

Xiaomi 11t Zoom Filters
O zoom digital é apenas "ok" / © NextPit

O 11T Pro foi lançado logo após o iPhone 13. Isto significa que a Xiaomi não tem como fugir da comparação com um dos melhores sistemas de câmera para celular. E infelizmente este tiro saiu pela culatra, na minha opinião. As imagens do 11T Pro parecem artificiais e falta nitidez mesmo durante o dia. Um problema que se deve possivelmente aos minúsculos pixels no sensor principal.

Xiaomi 11t HDR NextPit
As fotos tiradas com o Xiaomi 11T Pro muitas vezes parecem muito artificiais / © NextPit

Entretanto, enquanto outras fabricantes investiram pesado no processamento de imagem — por exemplo a Samsung com o Galaxy S21 Ultra - a Xiaomi ainda comete alguns erros básicos. O modo HDR é tão agressivo que falta dinâmica às imagens. O que faz bater uma saudade do Sony Xperia 1 III e suas imagens naturais. E também não há muito que se possa fazer com o 11T Pro à noite. As imagens têm bastante ruído — e quando não há ruído, o software deixa os detalhes embaçados.

Xiaomi 11t NightMode NextPit
À noite, os detalhes se perdem nas fotos com o Xiaomi 11T Pro / © NextPit

Sem teleobjetiva

O uso do termo "telemacro" nos materiais de divulgação pode até parecer inteligente. Mas no fundo, o Xiaomi 11T Pro não possui uma câmera teleobjetiva que você pode usar para "aproximar" objetos distantes. A câmera macro só é ativada quando se liga o "modo super macro" dedicado. E se você quiser usá-lo para fotografar pessoas ou assuntos distantes, é isso o que acontece:

Xiaomi 11t Macro Mode Filters
Você só pode utilizar a lente telemacro para fotos macro, já que o ajuste de foco tem alcance limitado / © NextPit

É uma pena que a Xiaomi não ofereça um meio-termo aqui, como fazem outras fabricantes. Ainda que as fotos macro sejam impressionantes, a necessidade de tirar fotos em close é simplesmente muito mais rara na prática do que para boas fotos à distância na faixa das teleobjetivas.

TL;DR | No geral, a câmera do Xiaomi 11T Pro deixa a desejar. Mesmo de dia, as imagens parecem artificiais demais, e ao final do dia  o celular também não se mostra muito versátil. Ao menos os muitos filtros, opções de design e recursos de vídeo são divertidos.

Bateria: rei da carga rápida

O 11T Pro oferece carga rápida com 120 watts! Isto significa que a Xiaomi oferece o celular com a tecnologia de carregamento mais rápida do Velho O ocidente. A bateria com generosos 5.000 mAh pode ser totalmente recarregada em apenas 17 minutos. No final das contas, isto é suficiente para rever completamente seus hábitos de recarga.


O que gostei:

  • Carregamento insanamente rápido;
  • Boa autonomia graças aos 5.000 mAh.

O que não gostei:

  • Sem recarga sem fio;
  • Adaptador de tomada enorme.

Raramente me deparei com um celular de testes sem carga tantas vezes quanto com o Xiaomi 11T Pro. Mas isso não é porque a autonomia não era suficiente, e sim porque mudei totalmente meus padrões de uso do carregador, o que me fazia esquecer de quando liguei o celular na tomada.

Carregar a bateria do 11T Pro vai de uma ação regular para uma ação mais sob demanda, e isso é realmente interessante. O ato de recarregar muda do "enquanto eu durmo" para o "enquanto eu tiro o lixo de casa" — você só faz quando precisa. E isso requer uma mudança de hábito para a qual não estava bem preparado. Mas se você usar 17 minutos pela manhã para completar a bateria, ela aguenta fácil o resto do dia.

Xiaomi11T Pro Charger
O carregador do Xiaomi11T Pro (dir.) é até um pouco maior que a fonte de alimentação do meu notebook / © NextPit

O que claramente falta ao 11T Pro, no entanto, é o carregamento sem fio. Um recurso que você definitivamente espera em um "flagship killer" que custa o mesmo que um iPhone. Neste ponto, a Xiaomi parece ter se concentrado demais em "bater recordes", o que acabou cobrando um preço caro para quem é fãs da recarga sem fio.

TL;DR | A tecnologia de carga rápida da Xiaomi é simplesmente impressionante. E mesmo sem ela, o celular seria capaz de sobreviver muito bem no dia a dia graças a sua bateria de 5.000 mAh. Por causa disso, abriria mão facilmente de alguns watts em troca da recarga sem fio.

Vale a pena comprar o Xiaomi 11T Pro?

Após quase duas semanas de uso, tiro uma conclusão bastante fria sobre o Xiaomi 11T Pro: a impressão de que a Xiaomi estava mais interessada em bater recordes e bater a concorrência do que realmente construir um bom celular surgiu algumas vezes na cabeça. Apesar de superlativos como 108 megapixels, 120 watts de carga rápida e tela com nota A+, há sempre falhas no uso diário.

NextPit Xiaomi 11T Pro camera test
Apesar das especificações muito boas, estou feliz em devolver o Xiaomi 11T Pro após o teste / © NextPit

Por exemplo, a câmera não convence mesmo durante o dia e no geral o celular é desconfortavelmente grande e pesado. A falta de certificação IP e de suporte para recarga sem fio também pesa para aparelho que custa 700 euros (R$ 4.500, em conversão direta). Pelo menos há um consolo para estes pontos: a Xiaomi anunciou um plano de atualização ampliado com a série 11T.

O 11T Pro receberá atualizações de segurança por quatro anos, o que é muito bom no mundo Android. Somente o tempo dirá se a bateria vai durar tanto tempo. Porque mesmo que a carga rápida não seja prejudicial à bateria nos primeiros anos, as especificações usam como referência uma vida útil de dois anos. Vale lembrar: bater recordes pode custar caro a médio e longo prazo.

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8 Comentários

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  • Paulo Ricardo há 1 semana Link para o comentário

    O que significa TL;DR?


    • Rubens Eishima
      • Equipe
      há 1 semana Link para o comentário

      TL:DR é sigla em inglês pra "too long, didn`t read". Nas reviews serve como resumo da seção.


  • Luciano há 4 semanas Link para o comentário

    Achei uma opção bacana, mas nada de muito inovador tirando o carregamento ultra rápido, do qual compartilho a mesma opinião do utilizador da matéria, para meu uso não faz o menor sentido, sem contar que com certeza com este modo agressivo de carregamento algum sacrifício a médio prazo vai prejudicar a vida útil da bateria.


  • Jairo rios há 1 mês Link para o comentário

    Parece ser um gadget interessante, o que me incomoda na xiaomi é a MIUI , para mim é feia e bugada , não gosto.


  • Douglas Charles Cunha há 1 mês Link para o comentário

    Fazem um artigo/enquete perguntando qual iPhone comprariamos e outro falando que o Xiaomi 11T Pro pesa no bolso.
    Deveria ser o contrário.
    O 11T Pro oferece muito mais que iPhone e também é muito mais aparelho.


    • Rubens Eishima
      • Equipe
      há 1 mês Link para o comentário

      O comentário do Benjamin me pareceu se referir mais ao tamanho e o peso físico mesmo...

      Mas os preços cobrados pela Xiaomi Brasil tão usando a mesma conversão que a Apple :)


      • Douglas Charles Cunha há 4 semanas Link para o comentário

        Mas o topo da linha iPhone 13 é mais pesado e maior que o 11T Pro.


  • Penskemen há 1 mês Link para o comentário

    Considerando o tamanho médio dos displays dos smartphones atuais, uma tela de 6.67 polegadas não poderia ser considerada "gigante" se comparada ao smartphone Infinix Note 10 pro, que possui um display "realmente gigante" de 6.95 polegadas. Já em relação ao custo benefício, o Mi 11 t pro vai precisar cair "muito" de preço, senão vai tomar poeira no estoque da Xiaomi.

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