Hands-on do Samsung Galaxy Z Fold3: mais rápido, mais bonito e menos caro

Hands-on do Samsung Galaxy Z Fold3: mais rápido, mais bonito e menos caro

A Samsung conseguiu diminuir os custos de produção dos seus dispositivos dobráveis e surpreendeu a todos: o Galaxy Z Fold3 5G está mais rápido, mais bonito e menos caro. Mas será que isso significa que o dispositivo está mais acessível? Que você deveria trocar o seu celular por um smartphone que também é um tablet? 

Prós

  • Certificação IPX8
  • Tela 80% mais resistente
  • Design exclusivo
  • Suporte para S Pen

Contras

  • Experiência limitada pelo software
  • Vinco saliente e visível na tela
  • Carregamento rápido abaixo da concorrência

Samsung Galaxy Fold 3 direto ao ponto

O Samsung Galaxy Z Fold3 foi anunciado nesta quarta-feira, 11 de agosto de 2021, com o preço sugerido de 1.799 euros (11 mil reais). Isso significa uma considerável redução de valor em relação à geração anterior, lançada no ano passado ao preço sugerido de 2.020 euros (12 mil reias). Em uma conversa com Marcus Becker, gerente de produto da Samsung na Alemanha, me foi fito que isso foi possível graças à redução de custos no processo de produção dos celulares dobráveis.

Contudo, é importante enfatizar que a terceira geração não está só menos cara, mas oferece melhorias consideráveis em relação aos componentes de hardware e design.  O Galaxy Z Fold3 está mais resistente, recebeu suporte para uso conjunto com a S Pen e conta com um processador exclusivo entre os flagships da Samsung em muitos mercados. Em outras palavras, tivemos um grande salto de umageração para a outra. 

Mas será que isso é suficiente para of fãs da série Galaxy Note passarem abraçarem os dobráveis na ausência de um smartphone completo para a produtividade no portfólio da Samsung? Talvez essa pergunta fique resposta por um longo tempo, mas uma coisa é certa, este é um dispositivo que inova a forma como utilizamos o celular.

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Uma tela que se abre em uma diagonal de 7,6 polegadas quase sem bordas é um deleite / © NextPit

O Galaxy Z Fold3 estará disponível na pré-venda a partir de hoje, 11 de agosto, na Samsung Store em mercados selecionados, e chegará às lojas no dia 27 de agosto. A Samsung no Brasil ainda não informou data de pré-venda, preço ou disponibilidade até o momento da publicação deste hands-on.

Além do Z Fold3, tivemos também o anúncio dos novos Galaxy Z Flip3, Galaxy Watch 4, Galaxy Watch 4 Classic e Galaxy Buds 2.

Design refinado e maior resistência

A série Z Fold está mais bonita, foi polida e todos os aspectos de design estão mais refinados do que na geração anterior. O aparelho foi construído em alumínio blindado, o que segundo a Samsung garante uma resistência maior. 

Além disso, o Galaxy Z Fold3 5G traz certificação IPX8 pela primeira vez na série.  Isso significa ser protegido contra a entrada de água ou pode ser usado na chuva, mas não tem proteção contra poeira. Contudo, temos uma proteção na parte interna da dobradiça contra a entrada de poeira.

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O cuidado com os materiais e as linhas de design são perceptíveis no Fold3 / © NextPit

Durante a sessão de hands-on, pude comparar a versão atual do Z Fold e a anterior, o que me fez perceber que a Samsung colocou um esforça significativo na qualidade dos materiais e na construção do aparelho. O modula triplo de câmera possui uma protuberância menor e está melhor integrado às linhas visuais do celular. Isso é realmente notável.

Além disso, o uso do dispositivo com apenas uma mão é agradável por conta do formato 24,5:9 da tela externa. Entretanto, como este é um celular que dobra de tamanho quando usado na versão tablet, continua sendo um celular pesado, são 271g. 

Em relação às cores, não temos uma diversidade de opções como no Galaxy Z Flip3, pois o Galaxy Z Fold3 5G pode ser encontrado em Phantom Black, Phantom Green e Phantom Silver. Gostei especialmente desta última opção e que aparece na imagem acima.

Tela 2 em 1: celular e tablet

De uma forma bastante curiosa,  a tela do Galaxy Z Fold3 está 80% mais resistente do que a do Galaxy Z Fold2.  De acordo com a Samsung, isso foi possível com a adicção do Gorilla Glass Victus, que protege o dispositivo ​​contra arranhões, e de uma película protetora feita de PET.

A tela principal foi chamada de Infinity-Flex e possui 7,6 polegadas; usa tecnologia Dynamic AMOLED e oferece resolução FHD+. Já o display montado na parte da frente o Z Fold3 tem 6,2 polegadas, usa aspecto de 24,5:9 e a mesma tecnologia Dynamic AMOLED.

O display está 29% mais brilhante e, mesmo assim, usa a energia de forma ainda mais eficiente. Assim como muitos flagships que estão chegando ao mercado em 2021, o Galaxy Z Fold3 usa taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, tanto na tela principal quanto na frontal. Isso significa que a experiência com o conteúdo no display é mais suave e a interação com o sistema de forma geral se sente mais rápida.

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A tela externa do Galaxy Z Fold3 funciona como um smartphone padrão / © NextPit

Ao contrário do modelo da geração passada, agora a câmera está embaixo da tela principal. Porém, o método usado pela Samsung não oferece uma experiência realmente suave, pois você enxerga os pixels quase como uma grelha sob o entalhe da câmera. A fabricante adicionou 172 pixels sobre a câmera de selfie e chama isso de câmera embaixo da tela, mas não é!

Isso é notável quando navegamos em alguma página da internet ou aplicativo no celular. No entanto, verdade seja dita, ao assistir a um vídeo, quase não percebemos o buraco na tela reservado para o sensor da câmera.

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À direita, temos o Galaxy Fold3 com a câmera frontal ativada; À esquerda, com a câmera traseira ativada, na qual a câmera frontal deveria aparecer escondida (esquerda). Tire suas próprias conclusões disso / © NextPit

Em termos gerais, as telas do Galaxy Z Fold3 oferecem uma experiência boa, mas quando usamos o aparelho na tela principal é inevitável perceber o vinco na tela. Mas essa é uma das atuais (des)vantagens de se ter um celular com display dobrável.

A S Pen agora é parte da série Z Fold

A S Pen pretende transformar a produtividade na série Fold.

A Samsung está concentrando as forças na série Galaxy Z no segundo semestre de 2021, em outras palavras, ficou bastante claro que não teremos um modelo da série Note este ano. Por conta disso, o Galaxy Z Fold3 5G agora é compatível com a S Pen, característica que por muito tempo foi reservada exclusivamente para a série Galaxy Note.

A Samsung optou por oferecer duas versões da S Pen para uso conjunto com o Z Fold3, por isso, temos a S Pen Fold Edition e S Pen Pro. Durante o evento de lançamento, foi explicado que ambas as canetas possuem uma ponta retrátil especialmente desenvolvida para regular a pressão na tela. A latência aqui foi reduzida, sem perder a experiência de escrita natural.

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A natureza multitarefas da série Fold faz da S Pen uma ótima companheira para o Galaxy Z Fold3 / © NextPit

Tive muito pouco tempo para testar as funcionalidades da S Pen no Z Fold3, mas tenho que admitir que mudei minha opinião sobre o uso da caneta stylus na linha Fold. O fato do Fold3 ser um celular que já possui uma série de mecanismos de dobragem, sempre me fez acreditar que seria confuso adicionar uma S Pen ao conjunto.

No entanto, felizmente, a solução da Samsung não foi equipar o Z Fold3 com a S Pen, como temos na série Note, se você quiser usar a S Pen, é um produto extra e pode ser carregado em um case dedicado.

Mais sobre o uso do Galaxy Z Fold3 com a S Pen será explorado, naturalmente, no nosso review completo do dispositivo. Entretanto, o fato da Samsung estar trabalhando com parceiras como Google e Microsoft para oferecer aplicativos otimizados para uso em tela dividida, já me faz perceber o potencial de uso de software de produtividade em conjunto com a S Pen para a produção de conteúdo.

Performance promissora

O Galaxy Z Fold3 5G é embalado pelo processador Snapdragon 888 e acaba sendo uma opção quase exclusiva entre os flagships da Samsung em 2021.  A fabricante também optou por usar este SoC no novo Galaxy Z Flip3 5G. Com isso, ambos os celulares se posicionam na categoria de carros-chefe como o Xiaomi Mi 11 Ultra e o Sony Xperia 1 III, cuja performance foi elogiada nos testes no NextPit.

O Snapdragon 888 vem acompanhado de 12 GB de RAM e variantes de armazenamento interno de 256 GB (UFS) e 512 GB (UFS). Porém, não oferece a possibilidade de expandir o armazenamento através de um cartão microSD.

O fato da Samsung ter optado pelo SoC da Qualcomm em vez do Exynos 2100, que equipa a série Galaxy S21 em muitos países, pode fazer com que muitas pessoas interessadas nos atuais flagships da fabricante venham a optar pelo modelo dobrável. Seria essa uma aposta? Talvez.

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Por vezes, usar o Galaxy Z Fold3 na tela principal parece um espelhamento do celular e não um software adaptado para tela grande / © NextPit

Android 11 de fábrica e a experiência limitada do software

Assim como o Galaxy Z Flip3, o novo Z Fold roda com o Android 11 de fábrica, em conjunto com a One UI 3.1.1. O dispositivo também conta com a garantia de pelo menos três anos de atualizações do Android e quatro anos de patches de segurança. Até aqui, tudo certo, porém, ainda existe uma limitação grande das possibilidades deste dobrável pelo software.

O Android é um sistema para uso em smartphone, nunca conseguiu atingir a excelência quando o assunto é tablet. E, infelizmente, isso não deve mudar com o lançamento do Android 12 no fim do ano. Em outras palavras, o desempenho do sistema operacional é um dos pontos mais fracos deste dispositivo. E isso não é exclusividade do Z Fold3, mas de todos os tablets que rodam com Android.

Vamos explorar este assunto no nosso review completo do Galaxy Z Fold3.

A câmera parece ser o efeito Uau do Z Fold3

Ao todo, o Galaxy Z Fold3 possui cinco câmeras.  O módulo de câmera principal conta com três sensores, herdados do Galaxy S21, e cada tela possui uma câmera frontal. As configurações de cada uma delas você confere abaixo:

  • Um sensor principal de 12 megapixels grande angular (com abertura f/1.8 + 1/1,76");
  • Um sensor de ultra grande angular de 12 megapixels (com abertura f/2,2 + 1/3,24");
  • Uma câmera teleobjetiva de 12 megapixels (com abertura f/2,4 + 1/3,6");
  • Câmera frontal 1 (externa) de 10 megapixels (com abertura f/2.2 + 1/3.24");
  • Câmera frontal 2 (interna) de grande angular de 4 megapixels (com abertura f/1.8 + 1/3,1").

Não preciso de um review completo do Galaxy Z Fold3 para saber que o aparelho possui um conjunto de câmeras versátil, basta olhar a ficha técnica. Temos aqui a opção grande angular, padrão da câmera, depois um sensor ultra grande angular capaz de captar um quadro maior e, por fim, uma câmera teleobjetiva, que garante menor perda de qualidade nas imagens em zoom.

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Temos um conjunto triplo de câmeras no Z Fold3 / © NextPit

Contudo, o efeito "Uau" desta câmera parece estar nos recursos do software. Funções de câmera como o modo Flex e Quick Shot parecem ser os recursos mais surpreendentes para quem usa o Galaxy Z Fold3 pela primeira vez. Enquanto o primeiro permite tirar selfies sem usar as mãos, o segundo usa a tela frontal como prévia para captar fotos e vídeos rápidos sem ter que abrir o celular. O Quick Shot é excelente quando o assunto é a qualidade da imagem que, obviamente, é superior.

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Não é fácil segurar o Galaxy Z Fold3 aberto com uma mão, mas o resultado dessa foto foi excelente / © NextPit

Estou realmente curiosa para saber como esse conjunto de câmeras irá se sair em um teste extensivo, especialmente, porque não foi possível fazer capturas de imagem em diferentes ambientes e iluminações durante a sessão de hands-on. Mas à primeira vista, me parece que a Samsung fez escolhas acertadas na escolha dos sensores e das opções de software. Como já tivemos a possibilidade de testar na câmera do Galaxy S21.

Temos uma bateria menor

A Samsung cortou a capacidade da bateria do novo modelo em relação ao antecessor. Enquanto o Galaxy Z Fold2 possui 4.500 mAh, o sucessor tem 4.400 mAh. É claro que a fabricante afirma que a tela está mais eficiente no consumo de energia também, mas convenhamos, são dois displays, um hardware robusto e temos suporte para a rede de internet 5G.

A tecnologia de carregamento rápido também não é empolgante, são 25 Watts na carga com fio e 10W na carga sem fio.  Fazendo um comparativo rápido entre os carros-chefe disponíveis no mercado, a Samsung não fica muito atrás em capacidade de bateria, mas em potência e tempo de carregamento sim.  

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O Galaxy Z Fold3 possui apenas 16 milímetros de espessura quando fechado, e uma bateria de 4.400 mAh / © NextPit

Porém, considerando tudo que o Galaxy Z Fold3 oferece para atividades produtivas diárias, é possível que estes 4.400 mAh sejam insuficientes. Mas claro, para poder falar com mais propriedade sobre o desempenho de bateria do Galaxy Z Fold3 5G, teremos que esperar pelo review completo do aparelho.

Especificações técnicas detalhadas

Samsung Galaxy Z Fold3 5G

Confira a ficha técnica em detalhes do Samsung Galaxy Z Fold 3 5G!
Modelo Samsung Galaxy Z Fold 3 5G
Processador Snapdragon 888
Memória (RAM / interna) 12 GB / 256 GB
12 GB / 512 GB
Memória expansível? Não
Dual SIM Sim (SIM1 + SIM2 ou SIM1 + eSIM)
Tela

Display principal: 7,6 polegadas, 22,5:18, Dynamic Display AMOLED, QXGA+ (2.208 x 1.768 pixels), taxa de atualização de 120 hertz

Display frontal: 6,2 polegadas, 24,5:9, Dynamic AMOLED (2.268 x 832 pixels) 120 hertz taxa de atualização

Proteção Gorilla Glass Victus | IPX8
Tamanho

Fechado: 158,2 x 67,1 x 16 milímetros

Aberto: 158,2 x 128,1 x 6,4 milímetros

Peso 271 gramas
Conectividade 5G, LTE, WLAN 802.11 a/b/g, Wi-Fi 6, Bluetooth, USB Type-C, GPS
Câmera principal 12 megapixels a 1/1,76", com abertura f/1,8
Ângulo ultra amplo 12 megapixels a 1/ 3,24", com abertura f/2,2
Câmera teleobjetiva 12 megapixels a 1/3,6", com abertura f/2,4
Câmera frontal 1 10 megapixels a 1/3,1", com abertura f/2,2
Câmera frontal 2 (interna) 4 megapixels em 1/3.1", com abertura f/1.8 (ângulo amplo)
Capacidade da bateria 4.400 mAh
Tecnologias de carregamento Carga rápida a 20 Watts, carga sem fio a 10 Watts
Apoio para S-Pen Sim, Fold Edition e Pro Edition
Áudio Alto-falantes stereo, Dolby Atmos, Music Share
Sistema operacional Android 11
Preço 1.799 € / 1.899 €
Lançamento A partir de 27 de agosto

O Galaxy Z Flod3 é um upgrade à primeira vista

O Galaxy Z Fold3 passou por uma revisão quase completa e está muito melhor.  Passei pouco tempo com o dispositivo para poder afirmar que a nova versão é um verdadeiro upgrade, mas à primeira vista tudo parece melhor. Algumas características, no entanto, não mudaram, como o fato do Android e da OneUI não conseguirem cruzar o limite entre o software para celular e software para tablet.

Este anúncio também deixa claro que não teremos um novo Galaxy Note em 2021, pois a S Pen chegou à série Fold, como esperado. Outra importante decisão foi colocar o Snapdragon 888 neste super dispositivo, dando mais opções de escolha entre os modelos da série Galaxy S e Fold.

Se isso vai aumentar a popularidade das duas linhas da Samsung, só o tempo irá dizer. Agora, é certo que a fabricante tem visto as vendas dos seus flagships diminuírem nos últimos meses, e o fato de termos dois modelos da série de celulares dobráveis sendo lançados com melhorias consideráveis a um custo menor que no ano anterior é um sinal de mudança na Samsung.

Você trocaria o seu smartphone pelo Galaxy Z Fold3 em 2021? Por quê? Compartilhe sua opinião sobre o novo dobrável com a nossa comunidade nos comentários abaixo.
 

7 Comentários

Escreva um comentário:
Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.
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Todas as mudanças foram salvas. Não há rascunhos salvos no seu aparelho.

  • Lucas N. há 1 mês Link para o comentário

    Cara...

    Hoje eu possuo um Galaxy S10, e confesso que demorou tempo demais para eu confiar nele. Eu venho de muitas trocas (muitas trocas mesmo), sempre migrando entre fabricantes e modelos diversos, mas a principal razão pra isso era a confiança, algo que eu não encontrava. Até achar neste smartphone. Beleza.
    Hoje em dia, eu creio que qualquer usuário inteligente busque, independente de desempenho, inovação ou estrutura de design, confiança: um aparelho que atenda a todas as suas necessidadas e passe uma sensação real de segurança, fazendo com que o seu dono se sinta livre para explorar todos os seus recursos, conhecendo bem os seus limites. E é assim que me sinto com esse smartphone.
    Seria difícil pra mim migrar para um Galaxy Z Fold3 hoje em dia pois o meu aparelho me atende em praticamente tudo, já que foi 100% explorado por mim. E só de saber que há um trabalho imenso em se adaptar a uma nova plataforma para os meus dados, dá uma certa canseira.

    O Z Fold 3 é maravilhoso, cara. Há tempos eu me imagino com ele. Mas acredito que ele ainda não esteja tão maduro, o que colocaria a minha confiança em xeque. Para eu pular em um aparelho hoje em dia, preciso acompanhar a sua evolução por, no mínimo, um ano (prazo para resolução de erros, aprimoramentos de desempenho e correção de bugs). E sair de um aparelho confiável que possui estabilidade garantida para um recém-lançado que pode apresentar problemas não é uma boa. Então, de momento, não trocaria.


  • Paulo Ricardo há 1 mês Link para o comentário

    Uma pergunta: Os dobráveis como o Z Fold, Mate X e Mix Fold são celulares que viram tablet ou o contrário?
    Já li que eles devem ser encarados como tablets que viram celular, pois são mais indicados para quem já tem o costume de usar tablets, já que usuários comuns, por praticidade, acabam abrindo ele pouco e usando só a tela externa. Não sei se isso procede, e pois nunca usei um.


    • Camila Rinaldi
      • Admin
      • Equipe
      há 1 mês Link para o comentário

      Boa pergunta, Paulo. Na realidade, conversando com um PR da Samsung no evento, o que foi dito é "dispositivo "2 em 1". A questão é que me parece ainda aberta por conta do software, pois minha experiência parece ser "usar um celular em uma tela maior" e é isso que sinto nos dobráveis, a experiência é de celular, em tela maior, mas a adaptação do software ainda deixa a desejar na minha opinião. Talvez precise de alguns meses usando como meu celular diário para entender isso melhor.


  • Paulo Ricardo há 1 mês Link para o comentário

    Esse lance de porcentagem é um perigo. Lido assim sem parâmetros 80% pode parecer muito. Mas são 80% de quanto? Se for de muito pouco, ainda será pouco. Essa linha era pouco resistente, então, 80% de nada, ainda é nada.
    Fora isso, sou muito animado com os dobráveis, espero que vinguem e barateiam. Ainda estão fora da minha realidade, mas quem sabe daqui uns 2 anos os preços melhorem. Tudo indica que sim.
    Ótimo hands on, fazia tempo que não lia um. Hoje em dia a gente só assiste.


    • Camila Rinaldi
      • Admin
      • Equipe
      há 1 mês Link para o comentário

      Obrigada, Paulo! E sim, você tem razão, é uma questão de perspectiva mesmo. Vou buscar mais informações referentes a essa mudança para o review. Mas de fato, é uma relação comparativa como o modelo anterior, então teríamos que colocar lado a lado para entender se existe mesmo uma diferença notável, já que o número é tão grande.

      Mas uma coisa é certa, dá para perceber o quanto a área de telas dobráveis tem a crescer.


  • Jairo rios há 1 mês Link para o comentário

    Não trocaria , o preço é exorbitante .


    • Camila Rinaldi
      • Admin
      • Equipe
      há 1 mês Link para o comentário

      Pois é, nós temos a questão das taxas e impostos no Brasil, que torna algo caro ainda mais caro. Como ainda não sabemos os valores dos aparelhos no Brasil, não me aprofundei nessa questão, mas logo, logo a Samsung irá divulgar e podemos entender como se encaixa em relação aos celulares flagships vendidos no país.

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